terça-feira, 5 de julho de 2011

A abordagem da Fisioterapia na Cefaléia.

Os motivos para a ocorrência de cefaléia, mais conhecida como “dor de cabeça” são diversos, desidratação, pós raquianestesia, enxaqueca e até mesmo o calor faz com que aumente a incidência de cefaléia. Mas existe uma causa que é pouco falada e é uma das mais comuns, a tensão miofascial, também conhecida como cefaléia tensional ou cefaléia cervicogênica.
Esta é uma causa na qual a fisioterapia realmente tem atuado e os resultados são muito significativos.
Normalmente o paciente acaba vindo na fisioterapia por outros motivos, lombalgias, cervicalgias, dorsalgias (dor na lombar, cervical e dorsal, respectivamente) e até mesmo para tratar lesões que não tem nenhuma relação com sua dor de cabeça, mas num determinado momento chega à clínica com a cefaléia, dizendo que não está disposto a fazer os exercícios por conta da dor de cabeça e neste momento o fisioterapeuta atua da forma que o paciente menos espera, com algumas manobras miofasciais, e o resultado é impressionante, o paciente fica sem dor e não perde a sessão.
É claro que quando o paciente chega à clínica com um problema postural e principalmente na cervical, fazemos a correlação com a cefaléia na mesma hora, mas quando o paciente tem episódios esporádicos de cefaléia e não está tratando nenhuma patologia relacionada, então acabamos percebendo por acaso que o paciente tem cefaléia tensional, muitas vezes relacionada ao trabalho, seja pela postura que assume na frente do computador ou mesmo pelo estresse. Em casos relacionados a problemas posturais e à postura que o paciente trabalha no dia a dia, principalmente na frente do computador o tratamento é postura, geralmente o RGP tem um ótimo resultado associado à outras técnicas como, estabilização segmentas e manobras miofasciais como citado anteriormente.
Existem também paciente que relatam sentir tensão na região cervical e dor de cabeça após “uma corridinha”. Neste caso temos que avaliar inclusive se a causa para a cefaléia pós atividade física está ocorrendo pela postura na hora da corrida, portanto temos que avaliar a marcha e a corrida do paciente e se confirmado o tratamento mais indicado para associar ao RPG é a Força Dinâmica.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A dor em corredores


Publicado artigo no AmSoc Forum June 2011 issue, sobre dor em corredores, veja o artigo diretamente no site em inglês no link: http://www.amsoc.com.br/blog/

Logo abaixo a tradução do texto:

A dor em membros inferiores de corredores, em geral, é muito comum, seja nos pés, tornozelos ou joelhos, além de dores musculares. Ao contrário do que se pensa, sentir dor não é e não pode ser considerado normal, principalmente para atletas amadores. O atleta profissional é um caso a parte, pois ele não está atrás de saúde e sim de resultado, fará tudo o que puder para superar seus limites. Os fatores que podem levar à dor dos membros inferiores são normalmente: 1. Calçado inadequado, 2. Alterações biomecânicas (desvios articulares) e 3. Excesso de treinamento (“over training”). A dor pode ser causada por um fator ou pela combinação deles.
Voltando a comparar atletas profissionais e amadores, podemos discriminar quais fatores levarão cada um deles a terem dores e consequentemente lesões. Atletas amadores costumam apresentar dores quase sempre ligadas a alterações biomecânicas sendo que muitas vezes estas alterações estão ligadas à genética do indivíduo ou à movimentos repetitivos. Normalmente para correção destas alterações usamos técnicas de correção postural como o RPG (Reeducação Postural Global), algumas técnicas de Terapia Manual e a Força Dinâmica, técnica que visa corrigir movimentos, melhorando a coordenação da marcha e melhorando assim a eficiência da corrida.
Como os atletas profissionais normalmente treinam excessivamente e possuem assessoria de treinadores e às vezes até mesmo de fisioterapeutas, nutricionistas e médicos, não podemos dizer que as lesões mais comuns sejam por alterações biomecânicas, pois um indivíduo com pé plano verdadeiro, por exemplo, dificilmente chega a ser profissional, principalmente em corridas de longa distância. As lesões mais comuns para este tipo de atleta são, com certeza, por excesso de treino e é claro que este tipo de lesão pode ocorrer em atletas amadores mal orientados também.
Muitas vezes também podem ocorrer lesões musculares por falta de orientação, pois é muito comum o atleta sentir uma “fisgada” no músculo enquanto está treinando e ao invés de parar o treino e buscar saber o que está acontecendo, continua o treinamento e ainda toma um antiinflamatório que só mascara a dor, não resolve o problema e permite que o indivíduo continue treinando por mais tempo aumentando a extensão da lesão. Nestes casos o certo é parar o treinamento e procurar ajuda especializada do médico, pois se o músculo está “reclamando” não é à toa, significa que provavelmente está precisando treinar melhor para aquele tipo de esforço.
Quando a lesão é causada por calçados inadequados a solução é procurar orientação de um fisioterapeuta ou médico para buscar uma solução. Hoje já existem alguns testes e exames que nos dão melhores informações sobre tipo de pisada e biomecânica da corrida, e isso nos dá suporte para diagnosticarmos melhor o problema do paciente, possibilitando relacionarmos a alteração biomecânica com a lesão, assim pode, em alguns casos, ser indicada uma Palmilha Proprioceptiva, que auxilia na melhora da distribuição de cargas nos pés e consequentemente em todo membro. Mas na maior parte dos casos a fisioterapia consegue resolver estes tipos de lesão.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Novos endereços e telefones.




Av. Cidade Jardim, 114 - Jardim Europa - SP
tel.: 3016-8970 / 2389-8970

R. Conde de Porto Alegre, 1589 - Campo Belo - SP
tel.: 5041-4331

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Novo site!


O novo site já está a caminho, onde poderá pesquisar algumas dessas postagens antigas e poderá ler muitas postagens novas, inclusive escritas por especialistas de outras áreas.

Ainda estamos em construção, mas aguardo ansioso pelos comentários de todos que costumam frequentar o Blog.

Obrigado pelo apoio de todos.

Um grande abraço.

www.cm2fisioterapia.com.br

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O fim? Ou um novo começo?

Desta vez não venho escrever, como tenho feito mensalmente, sobre curiosidades dentro da fisioterapia, sobre o dia a dia, ou sobre algum caso específico.

Desta vez venho me despedir...não! Não posso me despedir, sinto que com este Blog conquistei amigos, parcerias, expectadores e vários outros tipos de relacionamentos que não poderia ter desenvolvido de outras formas, mas a verdade é que estamos em uma fase muito importante dentro de nossa empresa e chegou o momento de tornar este Blog uma ferramenta ainda mais profissional e eficiente. Começaremos no mês que vem a desenvolver um novo site de nossa empresa, com o objetivo de expandir, não apenas conhecimento e novos relacionamentos pessoais, como tenho desenvolvido até agora no Blog, mas também expandir possibilidades profissionalmente, tanto para nossa empresa, como para pessoas que acessarem nosso novo site.

Este é apenas um esboço do que está para acontecer, com o lançamento de uma nova marca, uma empresa com uma visão inspiradora para outros fisioterapeutas, sejam eles funcionários, parceiros ou estagiários e não só para fisioterapeutas, mas para profissionais liberais de todas as áreas que tentam se firmar como empresas prestadoras de serviços, se inspirando em cases de grandes empresas e encontrando enormes dificuldades.

Tenho certeza que muitos que passaram por nosso serviço se inspiraram com um modelo diferenciado de trabalho, que visa oferecer o melhor que a fisioterapia pode dar para nossos pacientes sempre olhando para o paciente como um ser completo e não como uma patologia, mas agora queremos ampliar este trabalho oferecendo estágio para mais pessoas, em 2 endereços, com 2 propostas diferenciadas de trabalho.

Espero poder multiplicar uma filosofia de trabalho de parcerias constantes inter e intraprofissionais, pois acredito que o mercado da fisioterapia está sempre em expansão para os profissionais dedicados cientifica e empresarialmente, portanto aguardem ainda neste Blog a divulgação do novo endereço.

Abraços à todos e espero vocês junto comigo nesta nova empreitada.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

A gota d´água.

É realmente curioso como uma simples conversa de consultório sempre acaba trazendo inspiração para uma nova postagem. Não que este seja um assunto novo, ou que depois de ler esta postagem você será uma nova pessoa, mas como sempre espero trazer um pouco de luz para os curiosos que sempre estão se questionando sobre o "por que" das coisas.

De repente veio a dor ou ainda um falseio no joelho, o sintoma que faltava para o indivíduo perceber que há alguma coisa de errado com alguma parte de seu corpo e em alguns casos, ele nem sabe onde é o problema, só sabe que ele está lá.

Isso é muito comum, pacientes relatam, "mas esta dor veio do nada", "mas minha coluna travou de repente, eu não estava fazendo nada de mais", "nossa, meu tornozelo começou a doer sem motivo, só estava andando",...

Poderia citar infinitos exemplos do que os pacientes relatam nas avaliações e realmente é o que parece num primeiro momento, mas se formos à fundo descobriremos que não é bem assim.

Muitas vezes um tornozelo que começa a doer na verdade teve um entorse há algum tempo e pela falta de tratamento adequado logo após a lesão a instabilidade articular a longo ou médio prazo vai causar uma lesão dos fibulares por serem os tendões sobrecarregados com a falta dos ligamentos.

Sempre temos que analisar cada caso para verificar qual a raiz do problema, assim tendo condições de tratar o paciente de forma completa. Muitas lesões se desenvolvem durante anos silenciosamente e quando vem a dor pode ser tarde, muitas vezes já se instalou um processo degenerativo e a conduta do fisioterapia neste caso deve ser, retirar o fator de agressão, reestabelecer a função e analgesia para dor, seja com terapia manual, eletro e termoterapia, crioterapia e até mesmo tratamentos posturais.


Desejo a todos um 2011 cheio de saúde, paz e de grandes mudanças para melhor!!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Desmistificar é preciso

Nos último meses, devido aos fatos ocorridos com Valdívia, Fred além de muitas outras lesões de atletas que estão em evidência na mídia, os pacientes têm me questionado muito com relação a temas como fibrose, lesão muscular, alongamento, quando alongar, quando não...enfim, todos assuntos relacionados e muito comentados ultimamente, seja em programas de mesa redonda, seja em jornais escritos ou na TV.

Na verdade, é realmente necessário desmistificar esses assuntos, pois no meio científico as respostas para as questões são muito claras e comprovadas por estudos, mas na prática, quando tratados pela mídia e pela opinião pública, tornam-se controversos.

Vamos começar a esclarecer para o que serve o alongamento em cada situação. Mas antes, é necessário introduzir alguns conceitos de fisiologia muscular. O treinamento que excede os limites do músculo, como o treinamento de hipertrofia ou mesmo treinos de corrida que vão além do que o músculo estaria preparado para aguentar são necessários para que atletas e mesmo pessoas comuns evoluam na sua condição física, mas aquela dor muscular que fica no dia seguinte não tem nada que ver com o "ácido láctico" que ficou no músculo. Em alguns minutos após o treino o corpo drena os catabólitos do tecido, inclusive o lactato, e quanto mais bem treinado o atleta está, mais rapidamente ocorre essa limpeza. Outro dado importante é que atividades leves como caminhar por 10 a 15 minutos facilitam essa "limpeza" do tecido.

Bem, então por que ficamos com dor muscular? São microlesões que ocorrem no tecido muscular que, na medida certa, são importantes para evoluir dentro de um sistema de treinamento. Agora, vamos imaginar esse músculo com essas microlesões sendo alongado logo após um treinamento. Sim, a chance de transformar microlesões, que seriam facilmente resolvidas em questão de dias, em lesões graves que demorariam no mínimo 3 semanas para cicatrizar, realmente existe.

Então, o certo seria não alongar? Também não. Temos então, que entender para o que serve o alongamento.

O alongamento tem duas funções básicas, e quando feito da maneira correta, cumpre com suas funções. Em um treinamento de flexibilidade, o alongamento, a longo prazo, vai estimular o músculo a produzir novas unidades funcionais, pequenos quadradinhos que compõem a fibra muscular. Veja na figura abaixo.




Mas a curto prazo, o alongamento pode contribuir muito para diminuir a tensão do tecido muscular e, associado a manobras muito utilizadas hoje na Terapia Manual, por fisioterapeutas, pode auxiliar no tratamento de fibroses musculares. Aí entramos em outro tema controverso para a opinião pública, principalmente no futebol, em situações em que, às vezes, médicos e fisioterapeutas de clubes são duramente criticados e até mesmo perdem seus empregos em clubes, por liberarem o atleta do departamento médico, e no jogo seguinte, o atleta sair do campo com dor no mesmo lugar em que a lesão foi tratada.

Primeiramente, temos que compreender que, após o processo de cicatrização de uma lesão, por melhor que tenha sido a regeneração tecidual, ainda assim é possível que haja formação de fibrose cruzada, ou seja, fibras colágenas que não se alinham com as fibras já existentes, provenientes da cicatriz que se forma no local. Esse tecido fibrótico tem que ser manipulado pelo fisioterapeuta, para romper as fibras cruzadas e liberar as fibras musculares para deslizarem melhor na contração. Quando essa liberação não ocorre por completo, pode acarretar numa dor parecida com a dor da própria lesão. Após a manipulação do tecido e alongamento bem orientado o tecido volta a ter a flexibilidade natural.

Gosto de lembrar sempre de alguns estudos que apóiam essa conduta. O primeiro foi um estudo feito aqui no Brasil, que comprovou que o ultrassom utilizado na fisioterapia diminui a quantidade de tecido fibrótico e aumenta a de tecido regenerado (tecido original do músculo) após uma lesão muscular. Vários estudos já demonstraram que o alongamento deve ser feito lenta e gradativamente, sem forçar o tecido, pois o movimento brusco pode estimular uma contração reflexa (reflexo do estiramento), o que faria com que se perdesse o estímulo do alongamento e ainda provocaria uma contratura muscular. Importante também entendermos que quanto mais tempo se permanece com o músculo alongado, maior o ganho de alongamento, portanto, aquele alongamento de 15 segundos é realmente um estímulo muito pequeno. Começamos a falar em alongamento a partir de 30 segundos.

Portanto, não vamos deixar de alongar, mas também temos que aplicar o recurso certo na hora certa; muito alongamento, mas fora do período de treinos intensos.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Reagindo contra a força da gravidade.

Ao avaliar a postura de um paciente podemos nos basear em vários autores e técnicas, GDS, RPG, Françoise Mézières e muitos outros, entretanto o mais importante é percebermos qual a estratégia que o corpo do paciente está assumindo para vencer a força da gravidade e se esta estratégia está sendo eficiente ou não.

No caso de um paciente que tenha dor ou lesão proveniente de uma alteração postural, dificilmente a estratégia que este paciente assumiu está sendo eficiente. É bom lembrarmos que a postura não se forma conscientemente, e sim durante toda a infância pela genética, meio em que vive, esportes que pratica, lesões, posturas viciosas, pela personalidade e principalmente pela coordenação motora, pois estudando o trabalho de Beziers e Piret vemos que o movimento mal coordenado leva a deformações das estruturas.
Além disso é interessante sempre termos em mente a frase de Godelieve Denys Struyf (Método GDS):

"Inicialmente é da função que decorre a forma. Na patologia, com frequência, é a forma que põe entraves à função."

Mas a principal questão a ser discutida é em relação a estas estratégias, pois como podemos ver na foto abaixo, esta paciente leva suas articulações ao limite com rotação interna e valgo importantes de joelhos e desabamento dos arcos plantares. Isto , na dinâmica da marcha tem repercussões, pois geralmente a mesma falta de reação da musculatura vai ocorrer e contribuir para desgastes articulares, sobrecargas de ligamentos e tendões e contribuir cada vez mais para destreinar a musculatura responsável pela estabilização articular, o que pode levar até mesmo a lesões traumáticas como entorses.



O objetivo do tratamento no caso desta paciente é fazer com que suas articulação reajam a gravidade melhorando o arco plantar e rodando os joelhos para fora, tudo isto em um trabalho postural, primeiramente estático e posteriormente Força Dinâmica, uma técnica que visa melhorar a aplicação de força com exercícios de restruturação da coordenação motora da marcha, o que contribui para evitar a dissipação de forças como representado pelas flechas vermelhas na foto acima.



Mais algumas informações podem ser visualizadas em postagem anterior no link:

http://accurafisio.blogspot.com/2010/02/treino-de-marcha-com-enfoque-postural.html

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Reunião clínica - SONAFE 27/09/2010


Nesta Segunda feira tivemos o prazer de assistir a mais uma palestra do Dr. Helcio Gongora, foi a segunda com o título "Coluna no Esporte".

A palestra basicamente abordou a questão do diagnóstico diferencial para Hérnias de disco, pois muitas vezes o paciente se apresenta em nosso serviço com o diagnóstico de Hérnia de disco, mas a sintomatologia não corresponde a este diagnóstico.



O problema é que o paciente sempre super valoriza a imagem da ressonância magnética e é difícil convencê-lo que a dor dele pode não estar relacionada com a hérnia obrigatoriamente.
Na verdade, na maioria dos casos temos dores miofasciais, síndrome do piriforme, pontos gatilhos ativados nos glúteos, e muitas outras possibilidades, todas elas foram muito bem abordadas pelo Dr. Hélcio.
Fica muito bem claro pelos artigos apresentados a importância de orientar o paciente sempre com exercícios, avd´s e alongamentos para fazer em casa, além de trazer o paciente cada vez mais para o tratamento com exercícios aeróbicos, o que melhora a irrigação sanguínea da região lesionada e evitando que o paciente entre num ciclo de dor e depressão.
Deixamos para uma próxima oportunidade uma discussão muito interessante sobre, qual é a real utilidade dos tratamentos posturais para a fisioterapia esportiva.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Aula na Fundação ABC.

Fiquei muito feliz em participar do último COMUABC - Congresso Médico Universitário do ABC 2010, com a palestra, "Força Dinâmica - A coordenação motora de Beziers no esporte." O tema abordado foi muito abrangente e após mais de uma hora de aula os alunos ainda demonstravam interesse para saber mais sobre o assunto. Comecei abordando procedimentos normais de avaliação e conduta e inseri no contexto vários conceitos estudados na fisioterapia e na medicina como, neurofisiologia, biomecânica, técnicas como, Kabat, GDS, RPG e citei autores importantes para o desenvolvimento de bases conceituais sólidas na posturologia como, Marcel Bienfat, Godelieve Denys-Struyf, Françoise Mézières e a própria Marie-Madeleine Beziers. Tudo isso foi apenas uma preparação para entendermos como aplicarmos estes conhecimentos na avaliação da marcha e corrida dos atletas e pacientes em geral e como tratar o paciente baseado nesta análise. Foi uma satisfação participar de tal evento.