Esse tratamento se resume na sigla PST (Pulsed Signal Terapy, traduzindo, Terapia de Sinal Pulsado).
Não é um tratamento isolado, que resolve qualquer problema, como alguns gostam de imaginar, pois não existe milagre, mas existem já muitos estudos que mostram sua eficácia para processos degenerativos articulares, alguns deles podem ser visualizados no site oficial do PST no Brasil:
http://www.pstbrasil.com.br/index.html
É importante entender que o PST não é uma terapia que regenera lesões, mas promove uma melhora das condições físicas da articulação por meio de um campo eletromagnético, o que possibilita a sua regeneração.

figura 1. Assim como no cérebro e nos músculos do coração, as articulações, quando em movimento, produzem um campo elétrico biológico (figura 1). Esses campos enviam sinais que estimulam as células das cartilagens (condrócitos) a produzir os materiais adequados para a sua constante renovação (colágeno do tipo apropriado, além de proteínas como proteoglicanos e glicosaminoglicanos). Esse campo, portanto, contribui para a capacidade de auto-regeneração das cartilagens, ossos e dos tecidos conjuntivos.

figura 2. A articulação atingida por artrose, inflamação das articulações (artrite) ou por trauma é afetada (figura 2), ficando com a movimentação comprometida. Consequentemente, o campo é perturbado, e os sinais elétricos vão se atenuando com o passar do tempo, num ciclo vicioso, causando a falta de reposição dos materiais que formam as cartilagens.

figura 3. Os equipamentos PST mimetizam os campos elétricos do corpo sadio, atuando na reconstrução do campo elétrico biológico. Os pulsos PST são recebidos como se fossem produzidos pelo próprio corpo humano, estimulando o metabolismo e a atividade dos condrócitos (células das cartilagens), reativando assim o processo inato e biológico de reparo dos tecidos afetados, interrompendo o ciclo vicioso da perda de cartilagem(Fonte URL: http://www.pstbrasil.com.br/index.html).
Infelizmente, a maior parte dos estudos foi realizada para mostrar seus resultados na melhora de quadros degenerativos em cartilagem, principalmente artroses, artrites e outros, mas na prática, verificamos ótimos resultados em outras lesões como pubalgias, tendinopatias (tendinites), fraturas por estresse e muitas outras.
A conclusão é que essa é mais uma ferramenta valiosa para se somar à nossa conduta fisioterapêutica quando bem indicada pelo médico, pois não adianta indicá-la para pacientes que tenham fatores de risco articular como obesidade, geno valgo ou varo em ângulos acentuados, e outros fatores que tenham que ser tratados anteriormente para que se tenha um resultado realmente eficaz, tanto com a fisioterapia como com o PST.
Fala Claudio,
ResponderExcluirCara, parabens pelo novo visual da Clinica e do blog. Ficou bem legal.
Aproveita e coloca aqui no Blog algumas fotos da Clinica tbm.
Essa semana estou de molho, mas semana que vem vou voltar ai.
abraço